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6 de dez de 2013

O testemunho cristão de Paul Walker

O testemunho cristão de Paul Walker
O assunto foi um dos mais comentados nas redes sociais durante o final de semana. Entre os muitos comentários, estavam trechos de uma entrevista que ele concedeu à revista GQ em agosto. Nela, ele conta que passava por uma fase de “reavaliação” da vida e pretendia mudar o ritmo depois dos 40 anos para dedicar mais tempo à sua filha Meadow, 16, que vivia com ele.

Walker também queria se envolver mais com sua própria fundação, a Reach Out Worldwide, criada em 2010 para ajudar pessoas afetadas por catástrofes naturais. O último evento da Reach Out foi nesta semana, arrecadando dinheiro para as vítimas do tufão Haiyan, nas Filipinas.

Também durante a conversa com a GQ ele contou que foi criado em uma família mórmon, mas frequentou uma escola de ensino médio protestante, o que lhe influenciou muito. Embora circule na internet uma declaração atribuída ao ator Stephen Baldwin que Walker teria aceitado Jesus antes de morrer, não há uma fonte confiável para atestar isso.

Por outro lado, o influente site Christian Post resgatou uma declaração da biografia oficial de Walker no IMDB: “Eu sou um cristão agora. As coisas que me deixaram louco enquanto eu crescia é como todo mundo fica procurando os erros das religiões diferentes da sua. As únicas pessoas que não entendo são os ateus. Eu pratico surfe e snowboard, estou sempre por perto da natureza. Olho para tudo isso e penso: ‘Quem pode acreditar que não existe um Deus? Tudo isso é um engano?’ Isso só me deixa chocado”.

Embora não forneça muitos detalhes sobre que igreja ele frequentava, o portal Christian Post afirma que ele era um “cristão não-denominacional” e que essa seria sua motivação para criar a Reach Out Worldwide.

Fonte: Gospel Prime

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Israel pode substituir todo dinheiro do país por transações com chip

Israel pode substituir todo dinheiro do país por transações com chipO governo de Israel anunciou a criação de uma comissão que irá estudar formas de eliminar o dinheiro circulando no país. Segundo foi anunciado, seria a melhor maneira de impedir os cidadãos de sonegar impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Escritório do Primeiro-Ministro

O dinheiro de papel seria substituído por transações eletrônicas, feitas com cartões de chip. Com as novas tecnologias, os bancos podem controlar quanto as pessoas tem em suas contas e quanto podem retirar. As empresas de cartão atuais registram quanto as pessoas gastam mas o governo não tem controle.

Os membros do grupo de estudo incluem a Polícia Federal de Israel, a Autoridade Tributária, a Autoridade Governamental de Lavagem de Dinheiro e Terror, o Banco Federal de Israel e funcionários da Procuradoria do Estado, entre outros.

O consenso é que o dinheiro como é atualmente usado permite que as pessoas usem subterfúgios para fugir dos impostos. Não há como rastrear muitas das transações feitas em cash e utilizando “laranjas”. Em uma economia sem dinheiro, todos os registros são eletrônicos, e os impostos seriam cobrados em tempo real. Para a economia do país é uma questão muito mais confiável, já que taxas administrativas sobre as transações eletrônicas são comuns em Israel.

Funcionários no gabinete do primeiro-ministro justificam: “em todo o mundo, sabe-se que o dinheiro é um elemento-chave da economia ilegal e da lavagem de dinheiro. Ele permite a existência de uma grande diferença entre os rendimentos relatados e real… Ao eliminar o dinheiro vivo, será possível ampliar a base de tributação e prevenir a lavagem de dinheiro”.

O comitê não estabeleceu um prazo para a decisão final, mas o tamanho do país pode colaborar para que seja rapidamente implantado. Cédulas e moedas representam menos de 10% da economia dos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, segundo o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.

Ano passado, a Suécia anunciou que estava criando um sistema de economia totalmente digital, baseado em chips especiais para smartphones. Eles seriam acessados pelas impressões digitais, como o que já está presente na nova geração de iPhones.

Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, diz que um dos problemas é justamente deixar um “rastro” das transações. “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele, levantando a questão da privacidade.

Mas esse exatamente é um dos argumentos dos governos para abdicar do papel-moeda, a capacidade de identificar de onde o dinheiro está saindo e para onde vai.

A Inglaterra já tem um sistema em fase de testes, que funciona tanto em lojas quanto para pagamento de ônibus. Na Ásia, o sistema “payWave” já é popular e acabou com o tempo de espera para pagamento em lanchonetes, postos de gasolina e cinemas, por exemplo. Basta passar com seu cartão com chip perto do caixa eletrônico e clicar um botão concordando com o desconto do valor em sua conta.

A dificuldade, por enquanto, é unificar pagamentos via internet, cartões de crédito e dinheiro vivo. Uma unificação do sistema parece ser o único caminho, mas a questão central é quem controlará a emissão desse dinheiro virtual, elemento básico da economia de um país.

Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por algum sistema eletrônico e biométrico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Com informações Israel National News, Inquirer e Independent.

Fonte: Gospel Prime

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