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2 de out de 2013

Marco Feliciano, Beltrano e outros deputados discutirão investigação sobre o pastor Marcos Pereira

feliciano
Detalhes obscuros da investigação do caso do pastor Marcos Pereira e uma evidente disputa de poder entre o líder da AfroReggae, José Júnior e o religioso, levaram quinze parlamentares a decidirem se reunir hoje com o secretário de Segurança, José mariano Beltrame, para discutir a investigação. 
Segundo informações do jornal O Dia, à frente do bloco está o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o também pastor Marco Feliciano (PSC-SP ).

O pastor Marcos Pereira está preso no presídio Bangu 9 por supostos crimes de estupro e coação de testemunhas. As denúncias dos crimes tem como origem a inimizade entre o pastor e José Júnior.

Foi processo de investigação das denúncias do líder da AfroReggae que levou à prisão do pastor. José Júnior é visto como tendo articulado com a polícia um inquérito 'caça às bruxas' contra o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD).

A rapidez entre a troca de comando na Delegacia de Combate às Drogas bem como a conclusão do inquério – em apenas dois meses - levantaram dúvidas dos deputados quanto à apuração do caso.

Os parlamentares também questionam a existência de manipulação das testemunhas e o uso de provas ilícitas. Uma gravação publicada na internet em maio, mostra integrantes da AfroReggae oferecendo casa e trabalho para um membro da ADUD depor contra o pastor.

Outras supostas vítimas do caso também postaram vídeos na internet, afirmando terem sido coagidas por integrantes da ONG, em especial o pastor e ex-aliado de Marcos Pereira, Rogério Menezes.

Quando questionado sobre a oferta de emprego e casa feita às testemunhas do processo contra o religioso, José Júnior não responde e prefere insistir que o pastor é perigoso.

“Ele é o responsável por várias coisas erradas. É um cara muito perigoso, que mistura religião com o tráfico. Ele deixa o bandido duro, enquanto fica com o dinheiro”, diz ele, segundo o jornal O Dia.

De acordo com José Júnior, Marcos Pereira é o responsável por colocá-lo na lista da morte dos líderes do Comando Vermelho. Ele alega que por razões de segurança, teve que alterar completamente sua rotina.

José Júnior também nega ter articulado com a polícia um inquérito ‘caça às bruxas’, para tirar o religioso do caminho e ser o único a mediar conflito com traficantes no Rio.

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Ateus pedem para retirar cruz de símbolo centenário nos Estados Unidos



Florida (EUA)
Uma batalha judicial foi aberta nos Estados Unidos, depois que um grupo ateu solicitou que a prefeitura da cidade de DeLand, no estado da Flórida, modificasse o símbolo oficial da cidade por conta da presença de uma cruz no emblema.
De um lado, os ateus pedem que a cruz seja retirada, em função do fundamento religioso que o elemento envolve, enquanto a prefeitura alega que a cruz vai além de crenças e faz parte do contexto histórico da cidade, sem nenhum caráter partidário.

Os ateístas surgem mobilizados por meio da instituição Americans United for Separation of Church and State (Americanos Unidos pela Separação da Igreja e do Estado), que determina buscar se manter alerta pela manutenção do estado laico.

Enquanto o grupo de ateus relata que a cruz é amplamente entendida como um símbolo cristão, o procurador da cidade, Darren Elkind conta que o símbolo carrega um conjunto de conhecimentos relativos ao passado de DeLand, desde 1882.

"Nada na história do selo da cidade sugere que ele tenha sido adotado para promover qualquer religião específica ou até mesmo o conceito de religião em geral", explica Elkind ao mencionar que a cruz representa as virtudes da "fé, esperança e caridade" na visão do fundador da cidade, Henry Addison DeLand.

Agora a prefeitura tenta convencer o grupo ateu, que estabeleceu um prazo de trinta dias, até recorrer a alguma medida legal.

Com casos como este de DeLand cada vez mais presentes nos EUA, o grupo Fundo Becket para Liberdade Religiosa aponta que há muitos casos como esses que "intensos e subjetivos", e a resolução depende da boa vontade do juíz, já a Suprema Corte não pode sobrepor a jurisdição de cada cidade.

"Você recebe reclamações como esta em todo o país e é muito difícil prever como o tribunal vai tomar suas deliberações, e ele acaba dependendo das predileções subjetivas do juiz sobre o caso", avalia Luke Goodrich, advogado do Fundo Becket.

O Fundo Becket para Liberdade Religiosa é um grupo apartidário não-religioso, dedicado a defender a liberdade de todas as religiões.

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