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21 de set de 2012

Pr chileno diz que processará a Deus por causa dos terremotos, tsunamis, em nome de Jesus

Notícias Gospel Pastor chileno diz que processará a Deus por causa dos terremotos, tsunamis, em nome de Jesus | Noticia Evangélica Gospel Um pastor chileno e seus apoiadores prometeram recentemente abrir um processo contra Deus por causa de Suas punições pelos pecados tais como “terremotos, tsunamis, pragas e doenças”.

O pastor Gustavo Vergara, um membro da Igreja Community Church, em Santiago, capital do Chile, disse que o processo é diretamente contra o deus “homofóbico, misógino, briguento e exclusivo”, de acordo com o jornal chileno Las Ultimas Noticias.

Vergara, que também é membro de um clube de motociclistas cristãos chamado Centuriões de Cristo, disse que eles irão apelar para a lei de anti-discriminação, que foi introduzida há algumas semanas no país.

Entretanto, como Deus não pode comparecer à corte, o pastor afirma que a ação será movida contra o deus que existe na “alma da maioria dos representantes da igreja evangélica no Chile”.

“Como Deus (...) não pode ser encontrado para comparecer [na corte], iremos citar aqueles que representam esse deus aqui na terra”, disse Vergara, referindo-se aos pastores da congregação.

“E isso estará representando Jesus, como se Ele estivesse reclamando a um Deus que está assumindo ser Seu pai, mas que Ele não o conhece”, acrescentou.

Esta não é a primeira vez que Deus é processado. Em 2007, Ernie Chambers, o Senador do Estado de Nebraska, nos Estados Unidos, processou a divindade acusando-o de causar “desastres devastadores” no mundo, alegando que isso resultou em mortes e destruições sem piedade.

Chambers pediu na ação por uma “injunção permanente ordenando o Réu a cessar certas atividades prejudiciais e de fazer ameaças terroristas”.

Fonte: Christian Post | Divulgação: Midia Gospel

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Mais uma fraude gnóstica colocada em evidência

NOTICIAS GOSPEL Mais uma fraude gnóstica colocada em evidência Evangélica GospelOntem, mais uma fraude gnóstica celebrada por teólogos liberais militantes ganhou repercussão na mídia internacional. Trata-se da divulgação de um papiro copta, datado do quarto século d.C., que poderia estar sugerindo – como outras obras gnósticas do segundo século – que Jesus foi casado. 

O texto apócrifo, composto por oito linhas, está todo fragmentado, o que dificulta qualquer tentativa de interpretação, como destaca a própria porta-voz da descoberta, a historiadora e cientista da religião Karen Leigh King, da Universidade de Harvard, nos EUA. Ela, porém, que é defensora do Jesus casado do gnosticismo, enfatiza os dizeres da quarta linha, na qual se lê apenas “Jesus disse a eles: Minha mulher”, sendo que a continuação não pode ser lida. Na linha seguinte, já se lê: “Ela estará preparada para ser minha discípula”.

Como afirma André Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em matéria no site da revista Veja sobre a descoberta do referido papiro, “usar esse fragmento para dizer que Jesus era casado é sensacionalismo. Seria fazer algo parecido com o que Dan Brown fez em ‘O Código Da Vinci’, onde usou trechos do Evangelho de Felipe em copta para dizer que Jesus beijou Maria Madalena. De novo, esse evangelho diz mais sobre as vivências dessa comunidade do que sobre o Jesus real”.

Karen Leigh King, 58 anos, é discípula do teólogo da libertação norte-americano Harvey Cox, propugnadora da teologia feminista nos EUA e membro do grupo Seminário de Jesus, criado em 1985 tendo como objetivo desconstruir o Jesus da Bíblia, defendendo que os Evangelhos devem ser vistos como cheios de invenções sobre a vida de Jesus; que os milagres de Jesus nunca ocorreram porque milagres não podem acontecer; que Jesus nunca ressuscitou; que foi casado com Maria Madalena, com base nos evangelhos gnósticos; que era filho de um adultério de Maria com um soldado romano; e que os evangelhos gnósticos são mais importantes do que os relatos canônicos. Ora, os evangelhos gnósticos são fraudes criadas pelos gnósticos a partir do segundo século da Era Cristã para enganar os cristãos, mas que foram denunciadas ainda em seu nascedouro por Pais da Igreja, como o bispo Irineu de Lyon (130-202dC).

Mais recentemente, em 2004, os militantes do Seminário de Jesus enfatizaram o chamado “Evangelho de Judas”, outro texto gnóstico, escrito aproximadamente em 180 d.C., e que é uma das fraudes gnósticas denunciadas nominalmente por Irineu em sua clássica obra “Contra as Heresias”.

“Eles produzem uma dessas histórias fictícias, a qual chamam de ‘Evangelho de Judas’”, escreveu Irineu no segundo século d.C. Lembrando ainda que Irineu aprendeu aos pés de Policarpo, que por sua vez foi discípulo direto do apóstolo João, um dos doze apóstolos de Cristo.

Os gnósticos eram uma corrente filosófica forte nos primeiros séculos da Era Cristã, mas que não tinha o apoio nem do judaísmo nem do cristianismo. Suas crenças não têm base bíblica, nem no Antigo nem no Novo Testamento. Essa seita caracterizava-se por misturar os ensinos cristãos com filosofias pagãs e tradições judaicas. Os apóstolos Paulo e João lutaram contra esse movimento. Escrevendo sobre os gnósticos, Paulo afirma: “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo” (Colossenses 2.8). O motivo de sua preocupação, afirma ele, era “para que ninguém vos engane com palavras persuasivas”.

Os gnósticos são assim chamados porque seu objetivo, segundo afirmavam, era a “gnosis”, isto é, o conhecimento. Eles criam na salvação pelo conhecimento. Os gnósticos adotavam conhecimentos místicos com forte influência da doutrina pitagórica, do platonismo, do Culto de Mitras (mitraísmo) e até mesmo de ensinamentos oriundos do Antigo Egito e da Mesopotâmia (zoroastrismo e mazdeísmo).

Os gnósticos criam que o conhecimento, que denominavam de “gnosis”, podia ser adquirido por meio de transes, quando “o espírito fica livre para circular pelas diversas esferas, assim como pelos sonhos”. Eles criam que o mundo material e o corpo humano foram criados por espíritos inferiores ou até mesmo diabólicos, por isso só a busca por uma sabedoria esotérica ajudaria alguns a libertar-se da “escravidão do corpo”. Por isso, os gnósticos criam que Jesus não era Deus feito carne, mas um espírito possuindo um corpo.

Para sustentar seus ensinos e ganhar apoio entre cristãos, os gnósticos escreveram algumas fraudes, como o Evangelho de Maria, sobre Maria Madalena; e o Evangelho de Pedro, todos rejeitados pela Igreja Primitiva. Eles tentavam vender esses livros como escritos do primeiro século, quando, como se sabe, são obras produzidas no segundo, terceiro e quarto séculos. Na época, quase ninguém caiu nessa história, tendo essas fraudes e seus criadores sido facilmente identificados ainda em seus dias, e suas criações sido solenemente desprezadas pelos cristãos daquele período. Essas fraudes sequer chegaram a ter uma pequena aceitação entre os cristãos.

Diferentemente desses evangelhos apócrifos, confeccionados pelos gnósticos no segundo, terceiro e quarto séculos, os quatro Evangelhos – Mateus, Marcos, Lucas e João – foram escritos ainda no primeiro século, sendo que dois deles foram escritos por dois dos 12 apóstolos de Cristo (caso de Mateus e João) e um outro foi redigido conforme os relatos ditados pelo apóstolo Pedro (caso do Evangelho de Marcos, o mais antigo dos quatro). Lembrando ainda que quando os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas já circulavam, o apóstolo João ainda era vivo. Por essa razão, esses foram os únicos Evangelhos aceitos pela Igreja Primitiva como fidedignos. Irineu, de quem já falamos (que aprendeu de Policarpo, que por sua vez aprendeu aos pés de um dos quatro evangelistas – João), cita os quatro como os únicos verdadeiros. Ele os chama, em sua obra “Contra as Heresias”, de “Evangelho Tetramorphon”, ou seja, o Evangelho tetramórfico ou quádruplo.

Por sua vez, Orígenes (185-254dC), o mais destacado exegeta bíblico da Igreja Primitiva grega, afirmou que Mateus, Marcos, João e Lucas eram os únicos Evangelhos verdadeiros e escritos “pela inspiração do Espírito Santo”. Ele ainda acrescenta que estes eram os únicos Evangelhos que, em sua época (o terceiro século), eram aceitos por todos. Irineu afirmara o mesmo no segundo século.

O papiro em evidência hoje é só mais uma tentativa da velha militância do liberalismo teológico de tentar seduzir as pessoas incautas a não crerem no que a Bíblia diz. Felizmente, será em vão, mais uma vez.

Fonte: CpadNews | Divulgação: Midia Gospel

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Pai diz que Deus mandou matar a filha de 8 anos

Wanderson Cravo Vaz, o Naninho, 31 anos, afirmou que não está arrependido de ter assassinado a própria filha. Em entrevista ele afirmou que havia feito a 'vontade de Deus’ . O assassinato aconteceu domingo (16/09), em Cariacica, Grande Vitória (Espírito Santo).

A pequena Layza Rocha Vaz, 8 anos, foi morta a golpes de faca pelo próprio pai. A mãe, Elaine Rocha, 26 anos, e os três irmãos foram medicados para conseguir acompanhar o sepultamento, que aconteceu segunda-feira (17).


  O pai da criança, Wanderson Cravo Vaz, 31, foi encaminhado, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Viana. A Escola de Ensino Fundamental Zaíra Manhães de Andrade, onde Layza estudava o 3º ano, prestou uma homenagem à menina com uma faixa no portão principal da escola. “A Layza estudava aqui desde o 1º ano. Ela era uma criança muito carinhosa, esperta e carismática. Todos os dias, na hora da saída, dava um beijo na professora e depois no diretor. Suspendemos as aulas porque o clima era de imensa tristeza entre funcionários e os poucos alunos que compareceram”, observou a coordenadora, Elizabeth Santana.

A coordenadora contou que a mãe de Layza estava sempre em contato com a escola, ia buscá-la e andava constantemente acompanhada dos filhos. Para uma vizinha da família de Layza, o que aconteceu foi um absurdo. “Isso não é um pai e não é coisa de Deus. Até meus filhos que brincavam com ela ficaram assustados”, disse a moradora Elizabete Pimentel, 25 anos.

Família

Visivelmente atordoada e sob efeitos de calmantes, Elaine Rocha, 26 anos, ainda não consegue crer que enterrou a filha Layza, 8 anos. Segundo ela, a menina era a filha preferida do pai e autor do crime, Wanderson. Elaine disse que os outros filhos de 11, 6 e 3 anos perguntaram pelo pai. Ela não sabe por que o marido matou a filha. “Ela era a preferida dele, a mais apegada. Mas com todos era brincalhão e amável. Os menores dormiam encostados no colo dele. Não estou ainda dentro da realidade. Não sei como vai ser minha vida daqui para sempre”, comentou.

G1|Pátio Gospel Noticias

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