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6 de fev de 2012

Perdeu para os Bispos: Datena terá que pagar R$ 30 milhões a TV Record

José Luiz Datena perdeu o recurso que impediria a Record de entrar com o pedido de execução de seus bens. Em audiência que aconteceu nessa terça (31)Datena foi notificado a pagar R$ 30 milhões por quebra de contrato. Em 2003 Datena trocou a Record pela Band, que entrou com uma ação cobrando a multa referente ao descumprimento do contrato.

De acordo com José Diogo Bastos Neto, advogado de Datena, quando ele voltou à emissora do Bispo Edir Macedo em julho de 2011, o apresentador assinou uma confissão de dívida com a Record, que não seria cobrada caso ele cumprisse seu novo contrato até o fim.

Dois meses depois, no entanto, o Datena voltou a assinar com a Band. A justificativa da saída do apresentador da Record e a tese atual da defesa são que a emissora falhou em cumprir garantias estabelecidas no contrato “por uma série de fatores”, diz Bastos Neto, como censura e cerceamento de sua liberdade de expressão. “A cobrança é indevida. Datena deveria sanar a dívida caso tivesse saído injustificadamente da TV Record, o que não aconteceu”, diz o advogado, que espera a publicação oficial do resultado do julgamento para entrar com o recurso devido com Datena contra aRecord. “Aguardamos a publicação para analisar que caminho vamos percorrer. Se preciso, levaremos essa ação até o STJ (Supremo Tribunal de Justiça, órgão máximo do Poder Judicial brasileiro)”, declarou.


Vai e vem: O apresentador ficou apenas 43 dias na Record

A Record ainda não deu início ao processo em que pleitearia a multa contratual referente a rescisão de 2011 de Datena, que seria de aproximadamente R$ 20 milhões. “Nesse caso, nossa justificativa legal será a mesma”, explica Bastos Neto. Procurada pela reportagem, a Record, através de sua assessoria de imprensa, declarou que não comenta o assunto.
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Rei Davi: Minisserie é patrocinada por Cerveja Itaipava

“Rei Davi”, a minissérie da Record que narra a história de um dos personagens bíblicos mais importantes é patrocinada pela Cerveja Itaipava. O valor da cota nacional de patrocínio, que chega a R$ 15 milhões, foi comprada pela marca de cerveja. O plano de mídia prevê 232 inserções da marca na minissérie “Rei Davi”, com chamadas e comerciais durante a exibição dos 29 capítulos previstos.   
No Twitter, diversos usuários comentaram o acerto entre a emissora do bispo Edir Macedo e a Cerveja Itaipava para “Rei Davi”,: “Locutor da Record: ‘Rei Davi! Oferecimento cerveja Itaipava, se beber não dirija’”, postou o usuário Samuel Vitor.

A exibição de “Rei Davi” vem rendendo boa audiência, vencendo a Globo e o SBT.

Edir Macedo, proprietário da emissora, já declarou durante um culto que bebia cerveja por ser uma questão pessoal: “Deus nos deu a fé para que a gente decida o que é melhor pra nós. Não tem nada a ver com religião. A religião proíbe beber cerveja, mas eu bebo cerveja quando eu estou com vontade. Eu bebo e acabou! E quem é que vai me dizer pra eu não beber?”. 

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Travesti constrange menina de 10 anos em banheiro feminino de pizzaria


Travesti há dois anos, o cartunista paulistano Laerte, de 60 anos, passou por uma saia justa ao utilizar obanheiro feminino de uma pizzaria na zona oeste de São Paulo. Uma cliente, com a filha de dez anos, que estava no local fez queixa ao dono da pizzaria, que pediu ao desenhista para usar o banheiro masculino. Indignado, Laerte deixou o lugar.


Dizendo-se indignado com a situação, o cartunista procurou a Secretaria de Estado da Justiça de São Paulo a fim de acionar a pizzaria. Segundo ele o fato de ter sido convidado a trocar de banheiro poderia ser lido como discriminação por orientação sexual, segundo o texto da lei estadual 10.948.

O objetivo de Laerte é garantir o direito de entrar no banheiro feminino dapizzaria por travestis como ele. "Minha meta é conseguir o entendimento sobre o direito que foi ferido e o compromisso de uma atitude positiva em relação a ele, nada de processos, indenizações ou de portas lacradas", afirma.

O cartunista, que se veste de mulher, adota por vezes o gênero feminino. No Twitter, por exemplo: comentou o episódio da pizzaria fazendo uso do gênero feminino. "Na pizzaria Real, no Sumaré, sou instada a não usar mais o banheiro feminino, a pedidos de uma freguesa. Não volto mais lá."

Mediante ação da Secretaria da Justiça, a pizzaria pode receber uma advertência ou uma penalidade, que varia de uma multa à cassação da licença para operar. Procurado, o sócio da pizzaria, Renato Cunha, se mostrou confuso com a repercussão do caso. "Eu me senti na obrigação de conversar com o Laerte, porque a cliente pediu muito, mas, no meu ponto de vista, ele não fez nada de errado ao usar o banheiro feminino. Ele me explicou que era cross-dresser, travesti, não sei, eu não entendo muito dessas coisas."

Veja|Pátio Gospel Noticias

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Gays acusam dupla João Carreiro e Capataz de homofobia

João Carreiro e Capataz ao gravar a música ‘Bruto, Rústico e Sistemático’ não sabiam a polêmica que poderiam causar. Um trecho da música foi considerado peconceituoso entre o público gay e pode render processo a João Carreiro e Capataz.

O trecho considerado homofóbico da música de João Carreiro e Capataz é o seguinte: “Sistema que fui criado, ver dois homem abraçado, pra mim era confusão/Mulher com mulher beijando/Dois homens se acariciando, meu Deus que decepção/Mas nesse mundo moderno, não tem errado e nem certo, achar ruim é preconceito/Mas não fujo à minha essência, pra mim isso é indecência/Ninguém vai mudar meu jeito”.

Além do trecho acima, João Carreiro e Capataz haveriam gravado um trecho machista, que diz: “Por me faltar o respeito, na muié eu dei um jeito, corretivo do meu modo/No quarto deixei trancada, quinze dia aprisionada, e com ela não me incomodo”.

Na tarde desta sexta (04/02) a assessoria da dupla João Carreiro e Capataz emitiu um comunicado em que nega que João e Capataz sejam homoóbicos, e lamenta que haja “tanta vontade de causar polêmica com algo que é tão claramente inocente e óbvio”.

Confira nota da assessoria de imprensa de João Carreiro e Capataz:
"Saiu no Mix Brasil que a militância LGBT considera homofóbica a letra da música da dupla João Carreiro e Capataz, “Bruto, Rústico e Sistemático”. O assunto foi levantado ontem (2), pela ONG ABCDS*, de Santo André.
Quanto à questão só podemos lamentar tanta vontade de causar polêmica com algo que é tão claramente inocente e óbvio. A música retrata um personagem, um “caboclo” simples, como diria João Carreiro que é autor da canção assim como da maioria das músicas que canta, que não aceita e não entende as coisas que questiona na letra.
João Carreiro e Capataz não são homofóbicos, não querem ofender ninguem com suas canções. São só dois apaixonados por música sertaneja, suas histórias, seu palavriado e seus personagens e prova disso é que acabam de lançar um dos trabalhos mais magníficos do segmento, uma verdadeira obra de arte em homenagem à cultura caipira, o Lado A Lado B que deveria ser ouvido por todo aquele que admira as tradições da música sertaneja."

Rede Bom Dia|Pátio Gospel Noticias

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