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23 de jan de 2012

Silas Malafaia diz que evangélico não deve ser dominado por futebol

Internauta indaga ao Silas Malafaia se evangélico pode torcer por um time de futebol. Malafaia responde ao internauta que não sabe nem a escalação do time que torce. “Eu sou aquele torcedor que nem escalar o time a metade eu sei. Não vou ao estádio.” Silas argumenta: “eu não posso admitir um crente fanático, louco pelo time. Que falta culto para ver o time. Que sofre, chora (...) que fica angustiado porque o time deixou de ser campeão. Acho que você está precisando consertar alguma coisa que está dominando seu coração.”
Mas como o internauta também havia lhe perguntado se ele torcia por algum time, o pastor assembleiano ressaltou: “eu sou o que de pior de torcedor pode existir. Botafogo! Eu torço pelo Botafogo. Meu amigo eu sou aquele torcedor que não vai ao estádio. (...) eu só acho que o crente (...) não deve se deixar dominar por nada.”
Silas Malafaia também disse que acha um absurdo pais "crentes" incentivarem os filhos a torcer por um time de futebol. “Pega um moleque de 4, 5 anos bota a camisa do time, começa a botar um trono no coração da criança. Leva para o estádio de futebol. Amanhã você vai chorar (...) seu filho vai deixar as coisas de Deus para seguir essa porcaria e você é o responsável” – alerta o pastor.

Verdade Gospel|Pátio Gospel Noticias

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Moda evangélica cresce sem desobedecer a doutrinas pentecostais

GOSPEL Foto/Imagem Moda evangélica cresce sem desobedecer a doutrinas pentecostais tipoartigo

A moda evangélica tem ganhado espaço entre as consumidoras e os empresários, que enxergam nesse ramo uma oportunidade de mercado. A segmentação “moda evangélica” no ramo têxtil é relativamente nova, mas busca atender as mulheres que devido às doutrinas de suas igrejas, precisam vestir-se de forma conservadora e a preços acessíveis.
Como um dos principais motivos para a existência da moda evangélica é a necessidade de roupas que cumpram à risca as exigências das denominações, o desafio dos fabricantes é incrementar estilo e elegância aos modelos, de forma que as consumidoras sintam-se bem vestidas.

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada”, afirmou Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

Alguns empresários apostaram cedo nesse ramo e cresceram a uma velocidade incomum. Fabrício Guimarães Pais, dono de uma confecção, relata que após migrar para esse segmento, o volume de produção aumenta 20% por ano: “Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável. A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, afirma o empresário.

Há também os que resolveram investir no ramo por uma necessidade particular e que, enxergou a possibilidade de crescer. Laerte de Oliveira Tolentino ouvia queixas das mulheres da família sobre a dificuldade de encontrar roupas com qualidade. Montou uma equipe com vinte pessoas, e dez anos depois, em suas duas confecções, emprega direta e indiretamente duzentos e cinquenta trabalhadores, segundo informações do G1.


Uma das pioneiras do ramo, a empresária Ivone Pizani Gonçalves, revela que no começo de seu empreendimento, era tudo muito difícil e arriscado: “Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”.

Para toda moda alcançar visibilidade é necessário uma personalidade que adote aquele estilo. No meio gospel, a cantora Damares é uma das que usam a chamada moda evangélica, sempre com saias e blusas aceitas pelas doutrinas das igrejas pentecostais. “Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos”, revela a cantora. Enquanto não lança sua própria grife, continua servindo de inspiração para as fãs.

Fonte: Gospel + | Divulgação: Midia Gospe

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Musica ‘ai se eu te pego’ ganha versão gospel

GOSPEL Foto/Imagem Musica ‘ai se eu te pego’ ganha versão gospel Noticia Religião A música ‘ai se eu te pego’ de Michel Teló chegou ao sucesso extremo, sendo tocada em todo o mundo, e ganhando diversas versões. Ai se eu te pego, já foi dançada por soldados israelenses e até mesmo regravada em forma de paródia por um grupo de Israel, criticando os judeus ultra-ortodoxos.
Agora, a música do cantor sertanejo recebeu uma versão gospel, com a adaptação da letra feita pelo músico e Professor Josué Figueiredo e gravado pelo grupo Loucuras Gospel e Itacoatiara, Amazonas.

O vídeo que foi postado no youtube no dia 12 de janeiro, com o título “Deus eu te quero”, e já conta com quase 200 mil visualizações. E na avaliação de quem já assistiram 346 pessoas dizem que gostaram em contra partida 2091 pessoas votaram que não gostaram do vídeo.

A música que no original ensina como xavecar uma garota na balada, foi totalmente mudada, mas não agradou a maioria dos internautas que assistiram.

Uma usuária do youtube, identificada como Belline 100 diz “Amigo na boa… você acha mesmo que isso agrada ao Senhor? Pegando uma letra do mundo e fazendo paródia em cima… Faz o seguinte. Escreva uma musica inspirada pelo Espírito Santo e grave e coloque aqui que vc vai ver como suas avaliações vão pra 10….Uma coisa quem gostou mesmo dessa paródia foram os incrédulos!!!!! DE GOSPEL NÃO TEM NADA!!!”

Outra usuária identificada como Jamira40, não deixou de opinar dizendo: “Só faltava isso agora, paródia gospel, gente sem talento e oportunista, pq não busca inspiração na fonte certa e unção que só pode vir de um único ser???”

Outros usuários reclamam dizendo que a música é um ‘pecado moral’, e que os criadores da música tem falta de sabedoria, falta de discernimento, falta de amor próprio e falta de Deus.Fonte: Padom | Divulgação: Midia Gospel

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