Páginas

17 de jul de 2012

Record é processada por causa do programa Fala que eu te Escuto

Record é processada por causa do programa Fala que eu te EscutoO "Fala que eu te escuto", programa da Igreja Universal do Reino de Deus exibido pela Record, rendeu um processo à emissora de Edir Macedo. A rede foi condenada em 1ª instância, na 11ª Vara Cível de Brasília, a pagar uma indenização de R$ 30 mil por exibir imagens no “Fala que eu te escuto” de uma mulher que estaria traindo o seu noivo.

O programa mostrou cenas captadas clandestinamente por detetives particulares, em que mulheres e homens apareciam em supostos encontros extraconjugais. Uma das mulheres que apareceu no “Fala que eu te escuto” processou a Record. No quadro, ela surge em uma suposta traição ao noivo. A cena foi repetida diversas vezes.


Na ação, a mulher diz que a exibição das imagens causou prejuízos em seu ambiente de trabalho e familiar. A Record alega que a emissora se preocupou com a integridade das pessoas, alterando a voz e embaçando as imagens.

Outro Canal|Pátio Gospel Noticias

Continue lendo >>

Candidato diz conseguir 160 votos por igreja

Candidato diz conseguir 160 votos por igrejaO pastor Everson Marcos, que disputa uma vaga como vereador da cidade de São Paulo pelo PSDB pretende visitar cerca de 400 igrejas na cidade e faz questão de dizer que em cada uma delas deve conquistar cerca de 160 votos. “Entre ministrações e visitas, pretendo ir à 400 igrejas até o final da campanha”, diz para o portal UOL.  
Se fizermos essa conta, Marcos vai conseguir 64 mil votos, o que seria suficiente para que ele entrasse para a Câmara de São Paulo. A afirmação audaciosa do pastor levanta uma questão bem antiga sobre até que ponto as igrejas podem se envolver com política.

Políticos evangélicos acreditam que é importante separar as duas áreas, como afirma o vereador Carlos Apolinário que faz parte da bancada evangélica. “Eu acho que o pastor candidato deveria afastar-se do cargo de sacerdote para fazer campanha. Quando deixar de ser político volta a ser pastor.”

Em sua explicação, Everson Marcos deixa claro que não pede votos nessas igrejas por onde passa, mas que seus amigos que lideram essas congregações fazem o serviço. “Só peço votos diretamente na minha congregação, mas procuro me aproximar dos sacerdotes de outras igrejas, e eles acabam pedindo votos para mim.”

O presidente da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), Daniel Sottomaior, defende o afastamento do pastor que pleiteia um cargo político durante a campanha. “Um ministro ou secretário que vai se candidatar, por exemplo, precisa respeitar um prazo de desincompatibilização do cargo, exigido pela Justiça Eleitoral, e se afastar das suas atividades para poder fazer campanha. Acho que um pastor deveria estar sujeito a um controle semelhante.”


|Pátio Gospel Noticias

Continue lendo >>