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4 de dez de 2011

Arqueólogo descobre a igreja protestante mais antiga dos EUA, onde Pocahontas casou

William Kelso, um arqueólogo norteamericano, afirma ter descoberto a mais antiga Igreja Protestante dos EUA, onde ele acredita que em 1614 foi feito o casamento de Pocahontas, a princesa indiana popularizada por Walt Disney, disse a AFP.

“Pocahontas era a filha preferida do chefe de Powhatan e casou com John Smith em abril de 1614, nessa igreja”, disse Kelso, que observa uma lacuna entre dois buracos, onde havia dois postes.

O lugar onde foi descoberto a igreja protestante é no rio James, em Jamestown (Virginia), cerca de cem homens desembarcaram em 14 de maio de 1607 com a missão de fundar a primeira colônia Inglêsa nos Estados Unidos. A área, cuidadosamente escavada, revelaram os restos de quatro túmulos em que um senhor estaria sepultado dois capitães e o Rev. Robert Hunt, o clérigo primeiro do local.

Kelso disse que as descrições registradas com os documentos da época, coincidem com os espaço construído pelos colonizadores. “Estou convencido de que é do tamanho certo”, reafirmou o arqueólogo, salientando que graças a esse casamento foram construidos assentamentos de colonos europeus em território inimigo e permitiu que os índigenas se retirassem e desistisse de continuar lutando.

Segundo os especialistas, antes dessa construção não há vestígios de outras igrejas construídas na América. Kelso esta seguro que Jamestown é a mais antiga ainda existente. “A religião desempenhou um papel importante na comunidade, os colonos trabalharam duro para construir esse grande igreja, e se tornou muito importante para a colônia.”
Fonte: Padom

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Aluna adventista ganha direito a faltar aulas nas Sextas e Sábados

Foto/Imagem Aluna adventista ganha direito a faltar aulas nas Sextas e Sábados Noticia ReligiãoA justiça deu a uma estudante adventista o direito de não ir às aulas a partir das sextas a noite e aos sábados de manhã.
Quielze Apolinário Miranda, de 19 anos, estuda numa universidade católica do interior de São Paulo e pertence à igreja Adventista do Sétimo Dia que prega o descanso nos finais de semana.

Ela diz ter tentado negociar com a faculdade mas a reitoria teria negado em várias instâncias o pedido da estudante que queria fazer trabalhos alternativos para abonar as suas faltas nas aulas de sexta a noite e aos sábados pela manhã. A aluna do 1º ano de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração) corria o risco de ser reprovada por causa da ausência nas aulas. “Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa”, afirma. “Aqui, não consegui”, relata Quielze.

O advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, que também é adventista e se especializou em causas como a de Quielze entrou com um mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru no último dia 16 solicitando a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por “prestações alternativas”, como trabalhos extraclasse. “O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela, diz. Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula. Não há uma quebra de isonomia entre os alunos”.

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, então concedeu uma liminar obrigando a USC a oferecer atividades alternativas à aluna. O magistrado discordou da universidade baseando sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142/2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.

De acordo com a USC, ela alegou que faltou ao pedido de Quielze “amparo legal” e só irá se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

A Justiça, nos últimos anos vem atendendo aos pedidos de alunos adventistas e judeus que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia é uma religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença que Jesus voltará -o advento- e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Ela existe no Brasil desde 1894.

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Governo proíbe revista íntima em religiosos nos presídios

Uma resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) determinou o fim da revista íntima em religiosos e autoriza a flexibilização de regras de vestimenta, alimentação e higiene pessoal (barba e cabelo) para os presos.

Após reclamações de presos e entidades, como a Pastoral Carcerária, o Ministério da Justiça padronizou as regras sobre assistência religiosa nos presídios do país.

O ponto mais polêmico na resolução é o fim da revista íntima nos representantes religiosos. Valdirene Daufemback, presidente do conselho, afirma que são poucos os presídios em que ela ainda é feita, mas a pastoral diz que é uma situação comum e, às vezes, vexatória.

|Pátio Gospel Noticias

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