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26 de out de 2011

Menina é incendiada em ritual satânico

Uma jovem da África do Sul, de 18 anos de idade está em coma depois que ela e uma amiga foram incendiadas em um ritual satânico, informou a imprensa local segunda-feira. Segundo os médicos, Kirsty Theologo, teve os  pulmões e garganta danificados.

Kirsty Theologo e sua amiga de 16 anos de idade, foram com um grupo de cinco meninos e três meninas para um morro conhecido como um ponto de encontro de adolescentes. Os adolescentes dizem que a colina é um lugar bem conhecido onde os adolescentes vão para beber nos fins de semana, segundo o jornal local.

A família da outra vítima, que está se recuperando em um hospital privado, disse à família Theologo, que os garotos tinham decidido que as duas seriam sacrificadas numa espécie de ritual satânico, de acordo com o Daily News.

Samantha Theologo disse que os meninos derramaram gasolina sobre Kirsty e puseram fogo. Quando a amiga de 16 anos de idade tentou apagar as chamas rolando Kirsty na areia, ela também foi queimada.

O capitão Pinky Tsingane, porta voz da polícia da província disse que as meninas foram amarradas e que havia especulações de que o ataque foi um ritual satânico, mas que ainda precisava investigar, de acordo com o Daily News. Um processo de tentativa de homicídio foi aberto.

Notícias Cristãs|Pátio Gospel Noticias

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Funcionária da Casas Bahia deve ser indenizada por uso de broche

A 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro, decidiu que uma funcionária da Casas Bahia deverá ser indenizada em R$ 5 mil por dano moral por ter sido obrigada a usar um broche com os dizeres “Quer pagar quanto?” e “Olhou, Levou”.


Ela alegou que isso foi motivo de constrangimento e sofrimento.

Em sua defesa, a Casas Bahia argumentou que os clientes da loja sabiam que as "frases e chavões" lançados nos broches eram ligados às promoções e que o uso de broche fazia parte da política de vendas da empresa e somente ocorria quando havia promoção e, ainda, que seu uso era restrito às dependências da loja. De acordo com os autos do processo, as testemunhas confirmaram que eram obrigadas a utilizar os broches porque eles faziam parte do uniforme.

Para o relator da decisão, juiz convocado Marcelo Antero de Carvalho, a obrigatoriedade do uso de broches com dizeres que dão margens a comentários desrespeitosos por parte de clientes e terceiros "configura violação do patrimônio imaterial do empregado".

O magistrado disse ainda na decisão que é irrelevante a ocorrência ou não de brincadeiras maliciosas, pois o uso do broche por si só configura uma exposição da empregada a eventuais reações desrespeitosas de clientes e terceiros.

"Constata-se, portanto, que os broches traziam dizeres que davam margem a ofensas à moral da empregada, não podendo se entender que a determinação de seu uso encontra-se albergada na esfera do poder diretivo do empregador. Dessa forma, evidencia-se que a reclamante demonstrou que o ato praticado pela ré ocasionou ferimento ao seu patrimônio imaterial, tendo jus à reparação por danos morais", diz o juiz Carvalho na decisão.

Procurada pelo G1, a Casas Bahia disse que não irá comentar o caso.



Fonte: G1

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Pastor evangélico morre baleado em golpe de "saidinha de banco"


Um pastor evangélico foi morto em frente a uma agência bancária, no centro de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

Segundo a polícia, Joel da Silva Pereira, de 31 anos, iria até o banco depositar dois mil e quinhentos reais em dinheiro.
Ele foi abordado por um assaltante na porta da agência e teria reagido. O pastor foi baleado na cabeça e morreu no local. O ladrão pegou o dinheiro e fugiu com um comparsa em uma moto com placa de Betim.
A PM fez o patrulhamento na cidade e encontrou o homem que pilotava a moto. Já o autor do disparo que matou o pastor ainda está foragido.

Fonte: TV Alterosa

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