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30 de set de 2011

Católicos mexicanos queriam crucificar evangélicos


Pelo menos 70 cristãos evangélicos da região centro-leste do México foram expulsos pelas autoridades locais do local onde moram, região na qual moram muitos católicos tradicionais que, supostamente, ameaçaram crucificá-los e linchá-los.
Inicialmente, cerca de 50 famílias de cristãos protestantes foram obrigadas a deixar a vila em 12 de setembro, mas alguns foram autorizados a permanecer, sob a condição de fazer seus cultos fora da aldeia. Além disso, não podem evangelizar os católicos tradicionais da região, os quais praticam uma mistura de rituais indígenas e católicos.
O governo de Puebla se curvou diante da pressão e das exigências dos católicos tradicionais da aldeia de San Rafael Tlanalapan, a cerca de100 quilômetrosda capital, conforme informou o jornal La Jornada de Oriente.
Testemunhas disseram ter visto diversos evangélicos, incluindo um pastor, fazendo suas malas e ajuntando rapidamente seus pertences para sair
Segundo informações, isso aconteceu porque os católicos tradicionais da região disseram que iam “crucificá-los ou linchá-los”, caso eles não fossem embora após a determinação feita no dia 12 de setembro.
O prefeito da região colaborou com as expulsões dos cristãos, receoso de perder seu cargo, após a pressão dos católicos. A católica Irma Diaz Perez informou a decisão tomada: “Eles nunca mais vão voltar, pois nós temos leis contra eles e eles não têm permissão para ficar aqui”.
A perseguição contra os evangélicos no México não é atual. Em um caso, cristãos evangélicos foram proibidos de ter acesso a água. Alguns funcionários também relataram ataques contra famílias evangélicas em anos anteriores.
Tudo isso ocorre porque o México é um país tradicionalmente católico. Dessa forma, muitos evangélicos são detidos por crimes que não cometeram.
Fonte: Portas Abertas

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Casal é multado por promover estudos bíblicos em casa


Um casal morador da cidade de San Juan Capistrano, na Califórnia, Estados Unidos, foi multado por promover estudos bíblicos e encontros religiosos em sua residência.
 Amulta aplicada pela prefeitura foi de US$ 300 dólares, cerca de R$ 540 reais, referente a um descumprimento de lei municipal.
Apesar de abrigar a igreja mais antiga da Califórnia, a cidade de San Juan Capistrano tem uma lei que proíbe “organizações religiosas, fraternais ou sem fins lucrativos em bairros residenciais sem a autorização condicional de uso”, de acordo com o texto divulgado pela prefeitura.
Chuck e Stephanie Fromm tentam se defender dizendo que as reuniões organizadas em sua residência não têm ligação com nenhuma igreja e que tão pouco estão tentando estabelecer uma nova igreja.
“Como eles ousam nos dizer que não podemos ter o que queremos em nossa casa”, disse Stephanine Fromm. “Queremos ter o direito de usar a nossa casa. Pagamos muito e investimos muito em nossa casa e quintal… eu deveria ter o direito de receber visitas em minha casa”, continua.
Essa lei municipal só é aplicada quando há reclamações por parte da vizinhança, mas de acordo com o Pacific Institute, grupo legal que representa o casal, os encontros eram apenas conversas e músicas calmas eram tocadas no rádio. As reuniões aconteciam na sala de estar e no pátio da casa que tem4.700 metros quadrados.
“Obrigar alguém a pedir licença para fazer estudo bíblico em sua casa é ultrajante”, disse Brad Dacus, presidente do Pacific Institute por meio de um comunicado.
“Uma reunião informal em um lar não podem ser tratada com desconfiança pelo governo, ela não é pior do que qualquer outro encontro de amigos, só porque tem um sentido religioso. Não podemos permitir que isso aconteça nos Estados Unidos, e vamos lutar tão longa e tão difícil quanto é preciso para restaurar esse grupo a liberdade religiosa”, diz o representante jurídico do casal.
Fonte: Gospel Prime

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Evangélicos são contra lei que instala máquina de camisinhas


Contrários à distribuição de camisinhas nas escolas, evangélicos cobram sanção do projeto de lei que proíbe a instalação de máquinas de preservativos nas unidades de ensino em Campo Grande e prometem encaminhar manifesto ao prefeito Nelsinho Trad (PMDB) caso haja veto à matéria.
De acordo com o pastor Ronaldo Leite Batista, presidente da Aliança Evangélica de Mato Grossodo Sul - que reúne em torno de 40 denominações religiosas de cerca de 150 igrejas no Estado -, o entendimento é que, ao invés de ajudar, a medida só vai estimular o sexo e a promiscuidade entre os adolescentes. “Se ele (o prefeito) sancionar o projeto, terá os aplausos da Aliança Evangélica. Mas se vetar, vamos nos manifestar contra”, destacou.
O prefeito Nelsinho Trad aguarda até o início da próxima semana resultado de pesquisa realizada entre a população campo-grandense para definir se sanciona ou veta a lei.
Antes mesmo dessa decisão, o projeto aprovado pelos vereadores da Capital sul-mato-grossense já recebeu críticas do Ministério da Saúde, que considera a matéria inconstitucional e prejudicial para o acesso à saúde do cidadão, além de afetar os trabalhos de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis e Aids.
Em meio à polêmica, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) reiterou ontem que é favorável à distribuição dos preservativos para alunos com mais de 15 anos, sinalizando que deve vetar parcialmente o projeto. “É um programa que vem realmente atender à questão da gravidez indesejada e das doenças sexualmente transmissíveis, que é o que a gente quer prevenir”, destacou, após participar de evento público no Bairro Itanhangá.
Para o dirigente da Aliança Evangélica de MS, que também é pastor da Primeira Igreja Batista, não cabe às escolas desempenhar uma tarefa que é de responsabilidade dos serviços de saúde. “Os professores terão que ensinar o aluno a usar camisinha? Esse não é o papel deles. Nas escolas, tem que se dar educação. Trabalhar com a saúde, com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo, é com a Secretaria de Saúde”, avalia.
Outra situação, aponta, é o acúmulo de funções que a medida traria às escolas públicas, já sobrecarregadas. “Será que haverá condições de mandar funcionários para todas as escolas, para acompanhar o projeto? Nós entendemos que, tendo uma máquina dentro da escola, você vai estar estimulando o adolescente a fazer sexo”, comentou.
Fonte: Correio do Estado

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Tatuagens e piercings não são pecados, afirma pastor Silas Malafaia


Em um vídeo na internet, o Pastor Silas Malafaia afirmou que usar piercing e fazer tatuagem não são pecados. Segundo o pastor, as pessoas têm o hábito de “refletir nas outras o que não agrada elas”. Segundo Malafaia, alguns líderes querem “usar coisas do antigo testamento para formar regras no novo testamento, e não dá”. 

Na sequência, ele cita o Apóstolo Paulo, na carta aos Coríntios capítulo 6, versículo 12: “Paulo disse em Coríntios que ‘tudo me é lícito, mas nem tudo me convém, tudo me é lícito, mas nem tudo me edifica…’”.
Ainda sobre isso, Malafaia criticou as pessoas que pegam esse versículo e exageram. “Não posso admitir um crente com a cara toda cheia desses negócios. Tem que tomar cuidado pra não exagerar. A Bíblia fala pra fazer tudo com decência e ordem. Se eu disser que usar piercing, brinco e tatuagem é pecado, não tenho respaldo bíblico. Isso é um costume social”. Malafaia encerra sua posição a respeito do assunto afirmando que nós, humanos, “somos indivíduos”, portanto, é normal que existam opiniões contrárias.
Na sequência, perguntado por um internauta se cristãos podem torcer pra times de Futebol, Malafaia afirmou que sim, e que é torcedor do Botafogo. “Eu sou aquele torcedor que não sabe escalar o time, eu não vou ao estádio. Novamente, volto ao ponto de que tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”. O Pastor ressaltou que “não se pode admitir crente fanático por times de futebol, que chora quando o time não é campeão”. Malafaia criticou ainda os pais que segundo ele, “pegam ao moleque de 4 ou 5 anos, coloca a camisa do time e começa a levar ao estádio. Estão criando um trono para um ídolo no coração dessas crianças”. O Pastor Silas Malafaia encerrou o assunto futebol dizendo que esses pais podem transformar seus filhos em fanáticos: “amanhã você vai colher”.
Momentos depois, outro internauta questiona o Pastor Silas Malafaia sobre o que ele acha do Pastor e Cantor PG, que usa cabelos compridos, brincos, piercings e tatuagens. Malafaia respondeu ao internauta dizendo que “é problema dele. Não vou julgar. Eu não uso cabelo comprido, não acho legal. Só posso dizer que é pecado o que está na Bíblia. Pecado é algo absoluto, pecado é pecado no mundo inteiro. Regras denominacionais são outras coisas”.
Questionado sobre o que pensava a respeito de danças nas igrejas, Malafaia disse que não achava errado. “Quer comais, quer bebais, quer façais outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus, tudo com decência e ordem”. O Pastor deixou transparecer sua preferência pelas danças de rua, e desaprovou alguns grupos de dança em que meninos aparecem “com a mão leve. Isso não é coisa de homem. Existe dança de homem”, e emendou dizendo que “na minha igreja, os meninos dançam hip-hop e dão um show”.
Fonte: Gospel+

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