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25 de jul de 2011

Lula ironiza passagem bíblica


O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva disse durante um discurso que é bobagem acreditar que o pobre só vai ganhar os céus depois da morte, ironizando a passagem escrita em Lucas 18.25 que diz  ”Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus”.
Em sua participação no lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar da Bahia 2011/2012 que aconteceu nesta quinta-feira, 21, em Salvador ele motivou os trabalhadores rurais dizendo que o céu tem que ser aqui na Terra também, dando os operários as mesmas condições de vida dos ricos, que não vão herdar o Reino dos Céus após a morte, mas já desfrutam disso durante a vida.
“Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós (?) queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu”.  O rico já está no céu, aqui”, disse.
Para ele o pobre que levanta todos os dias para trabalhar também merecia ter condições de comer bem e viajar igual aos ricos. “Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno.”
Os presentes aplaudiram acaloradamente essas palavras do ex-presidente que pede o céu para os trabalhadores aindaem vida. “Queremosque todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo”, disse.
Pobre?
Embora o ex-presidente tenha se colocado como pobre em sua citação, ele recebe atualmente além da pensão como ex-mandatário da nação, a importância de até R$ 200 mil por palestras ministradas, sendo que este valor pode chegar a R$ 500 mil caso seja no exterior. O primeiro valor refere-se a 347 salários mínimos, que é o que a grande maioria da população recebe.
Fonte: Gospel Prime

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A divisão das igrejas


Nos últimos anos é possível perceber o aumento de igrejas que nascem da divisão de outras igrejas, até mesmo as mais tradicionais se formaram ou sofreram rupturas.
 Esse fato tem um lado positivo que é o aumento de ministérios para proclamar a Palavra de Deus, mas por outro lado essas dissensões causam traumas na vida dos fieis gerando até a morte espiritual, segundo diz teólogos.
Mas por mais que isso seja ruim podemos perceber através da história que é impossível existir um cristianismo indiviso, conforme diz o teólogo Joanildo Burity. “A divisão é intrínseca à experiência da Igreja cristã: simplesmente, nunca houve um cristianismo indiviso”, diz ele que  coordenador do mestrado sobre fé e globalização do Departamento de Teologia e Religião da Universidade de Durham, na Inglaterra.
Existem diversas razões para haver um racha em uma denominação, desde a vaidade pessoal dos líderes até insubordinação, dificuldades de se trabalhar em equipe e interesses pessoais nocivos. Mas também há divergências teológicas ou de vocações ministeriais legítimas, que são sufocadas por lideranças centralizadoras. “Dificilmente, a divisão é provocada por uma ovelha, mas quase sempre por um pastor ou líder”, argumenta o pastor Osvaldo Lopes dos Santos, presidente da União das igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB).
Osvaldo diz que por qualquer que seja os motivos, a divisão de uma igreja sempre gera verdadeiros traumas emocionais e de fé nos membros que são os que mais sofrem nessas situações. “Toda ruptura, quer seja pessoal ou institucional, sempre causa algum tipo de trauma emocional, psicológico, social, e, no caso da igreja, um espiritual”.
Ele também diz que esse processo é como um divórcio. “Trata-se de um divórcio eclesiástico, que afeta profundamente a história e a identidade de um povo, removendo as suas bases e criando um grande vazio existencial por um longo tempo.”
Para o pastor Altair Germano, coordenador pedagógico Faculdade Teológica da Assembleia de Deus em Abreu e Lima(Fateadal), em Pernambuco, esses traumas podem criar grandes males espirituais para os membros de uma igreja que se fragmenta – “Embora, em alguns casos, a divisão seja até necessária”, ressalva.
Germano ensina que nesses casos levantar as questões de maneira pública não é o melhor caminho. “As demandas e questões que suscitam divisões denominacionais  precisam ser tratadas pelos líderes com sabedoria, temor, respeito e amor cristão.”
Fonte: Amigos de Cristo, via Cristianismo Hoje

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As dificuldades de se manter um casamento


Casar é fácil. Difícil é permanecer casado e viver feliz em meio à rotina do casamento. Nossas atitudes devem revigorar a chama da felicidade , trazendo luz e calor nos momentos de frieza e nas horas escuras das dificuldades. Mas, na prática, acontece o inverso.
Muitos se casam por motivações erradas: ter direito de usufruir do sexo ilícito, fugir dos problemas familiares, sair da tutela e vigilância de pais opressores, ter uma pessoa com quem compartilhar despesas, dar nome a um filho indesejado, satisfazer as exigências da sociedade, ser dono do próprio nariz, encontrar a felicidade.
No entanto, ainda que sua escolha tenha acontecido por razões incompatíveis com o amor, separar-se nunca é a melhor solução. Não desista! Erros passados não anulam o direito de ser e de fazer o outro feliz. “E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem (Marcos 10:8,9).
Separação nunca foi e jamais será o plano de Deus. Divórcio só acontece por causa da dureza do coração do homem. “Disse-lhes ele [Jesus]: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim” (Mateus 19:8).
É a dureza do coração irreconciliável que aventa a possibilidade da separação. O divórcio sempre promete mais do que produz. Em vez de estimulada com palavras e atos irracionais, a separação deve ser banida do relacionamento a partir do perdão e da tolerância.
Antes do divórcio, o Altíssimo ensina acerca do perdão, da reconciliação, do amor e da paz. Por causa da dureza do coração, a misericórdia de Deus tolera a separação. No entanto, a vontade absoluta do Senhor é frustrada com o divórcio. Jesus gostaria que o casamento jamais chegasse ao fim.
A separação quebra a união feita na presença do Senhor. O rompimento desse pacto traz resultados drásticos, tanto para o casal como para os filhos e os parentes. As feridas abertas enfrentam uma longa e dolorosa jornada para a cura.
O casamento é um pacto de fidelidade pelo qual ambos os cônjuges prometem viver lado a lado na alegria e na tristeza, na fartura e na pobreza, na saúde e na doença, na juventude e na velhice; fiéis um ao outro nos melhores e nos piores momentos. O que diz a Palavra do Senhor? “Não quebrarei o que saiu dos meus lábios” (Salmo 89:34).
Lute pelo seu casamento, independente da pessoa com a qual você se uniu. Não perca a esperança. Nada é impossível para Deus. Ele é o Todo-poderoso que pode curar a sua dor, sarar as suas feridas e arrancar o veneno de seu coração. Se Ele quiser, pode operar algo inesperado, e trazer a solução.
Não queira operar o milagre que somente Deus pode fazer. Não há nada que Ele não possa executar. O Criador tem poder para tirar você de um lugar de infelicidade e colocá-lo num palácio maravilhoso, onde reinam o amor, a paz, a alegria de um coração feliz, amável, perdoado e perdoador.
Silmar Coelho é pastor; doutor em teologia e liderança pela Universidade Oral Roberts, EUA; empresário; terapeuta; conferencista internacional; e escritor de 20 livros, entre eles: “Jamais desista”, Editora Vida e “Transformando lágrimas em vinho”,  Editora MK.
Fonte www.estudosgospel.com.br, enviado pelo internauta José Geraldo Faria.

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