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10 de mai de 2011

Jean Wyllys acusa igreja de querer criar uma teocracia


O deputado federal Jean Wyllys(PSOL-RJ), voltou a se envolver em uma polemica e desta vez não é com os evangélicos, mas sim com os católicos. Ele afirmou que a crítica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – a de que a aprovação da união entre casais do mesmo sexo pelo STF vai acabar com a família – demonstra que a Igreja Católica quer transformar “um Estado democrático de direito laico em uma teocracia”.
Para ele, a entidade está sendo hipócrita. “A CNBB tem um problema gravíssimo para se preocupar, que são as denúncias de pedofilia contra padres. Ela deveria se preocupar com a proteção das criança e adolescentes.”
Wyllys disse ter formação católica e que participou de pastorais em Alagoinhas (BA), onde nasceu. Por isso ele se declara “espantado” com a defesa da CNBB pela limitação da pluralidade da condição humana. “Os cristãos que realmente seguem os princípios do cristianismo têm respeito pelo próximo.”
Durante entrevista a uma emissora de radio da Bahia, ele se recusou a comentar a declaração do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) segundo a qual o movimento gay agora vai lutar pela aprovação da pedofilia.
“Com argumentos pífios como os dele, seria burrice e estupidez comentá-los.”
Fonte: Agência Câmara, via Paulopes

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Bispo ironiza ministros do Supremo


Dom João Petrini
O bispo da igreja católica Dom João Petrini, de Camaçari (BA), ironizou o que chamou de “os dez iluminados” do Supremo Tribunal Federal por aprovar a união estável de pessoas do mesmo sexo, mudando o que foi estabelecido por Deus “desde Adão e Eva”. “É uma alteração em uma história que é multimilenar.” Ele se referia aos ministros do STF que aprovaram uma série de direitos aos homossexuais.
A declaração foi feita durante a 49ª Assembleia da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que se realiza em Aparecida (SP).
D. Petrini disse que o STF não tem “mandado ou legitimidade” para mudar a Constituição, cujo artigo 226, parágrafo 3º, estabelece que a base da família é a união estável entre homem e  mulher. Acrescentou que só o Congresso Nacional pode modificar o que determina o texto constitucional.

Afirmou que a igreja não fará “uma cruzada” contra a legalização da união de casais homossexuais, “mas vamos procurar defender aquilo que desde Adão e Eva até ontem [anteontem] foi característica da vida”.
O que muda com a decisão do STF
Os casais homossexuais passaram a ter os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira já estabelece para os casais heterossexuais, como o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo que será permitido e as uniões homoafetivas passam a ser tratadas como um novo tipo de família.
A decisão do STF torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais.
Pela decisão do Supremo, os homossexuais passam a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, ter acesso à herança de seu companheiro em caso de morte, podem ser incluídos como dependentes nos planos de saúde, poderão adotar filhos e registrá-los em seus nomes, dentre outros direitos.
As uniões homoafetivas serão colocadas com a decisão do tribunal ao lado dos três tipos de família já reconhecidos pela Constituição: a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos. E como entidade familiar, as uniões de pessoas do mesmo sexo passam a merecer a mesma proteção do Estado.
Facilidade
A decisão do STF deve simplificar a extensão desses direitos. Por ser uma decisão em duas ações diretas de inconstitucionalidade – uma de autoria do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e outra pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat -, o entendimento do STF deve ser seguido por todos os tribunais do país.
Os casais homossexuais estarão submetidos às mesmas obrigações e cautelas impostas para os casais heterossexuais. Por exemplo: para ter direito à pensão por morte, terá de comprovar que mantinha com o companheiro que morreu uma união em regime estável.
Pela legislação atual e por decisões de alguns tribunais, as uniões de pessoas de mesmo sexo eram tratadas como uma sociedade de fato, como se fosse um negócio. Assim, em caso de separação, não havia direito a pensão, por exemplo. E a partilha de bens era feita medindo-se o esforço de cada um para a formação do patrimônio adquirido.
Fontes: EstadãoFolha, Paulopes

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Fernanda Brum gravou DVD em Vigário Geral


A cantora Fernanda Brum gravou, neste sábado seu novo DVD – Glória In Rio, na comunidade de Vigário Geral, zona norte do Rio de Janeiro. Este é o quarto DVD da cantora pela MK Music.
Para que o projeto se tornasse possível, a praça Tropicalismo, no Centro Cultural Waly Salomão, foi transformada: ganhou um colorido especial com o cenário produzido pela MK Music especificamente para a ocasião.
Com entrada gratuita, milhares de pessoas foram até Vigário Geral para conferir de perto essa superprodução, dirigida por Marina de Oliveira, que orientou o público antes do início do evento: “Nós fizemos o nosso melhor, e temos certeza de que tudo será para a Glória do Pai”. Ela acrescentou que o projeto desfiador foi uma das mais prazerosas. Arolde de Oliveira, Deputado Federal, deu as boas vindas a todos em nome da MK e da 93 FM. “A grande audiência da 93 FM  está nas comunidades, que precisam ser prestigiadas. Foi uma experiência muito interessante, e nós somos muito gratos a Deus e a todos que abriram as portas para que tudo acontecesse”, afirmou.
Emerson Pinheiro orou,  intercedendo a Deus em oração pela gravação. Fernanda cantou as faixas de seu CD, Glória, além de ‘Tempo de Crescer, com a participação de Kleber Lucas, e ‘Palácios’, gravada há alguns anos, pelo Rebanhão. Participações especiais não faltaram. Além de Kleber, Jairo Bonfim (Glória do Pai), coral RenovaSoul (‘Glória do Pai’, ‘No Sangue e no Fogo’), pregador Luo(‘Pavão Pavãozinho’) e o grupo Afrolata (‘Pavão Pavãozinho’). Emerson Pinheiro, produtor musical do DVD Glória in Rio, cantou ‘Rio de Janeiro’, que é um clamor a Deus pela cidade Maravilhosa. Tudo a ver com o contexto.
Fernanda e a MK ousaram no projeto, ao gravar o primeiro DVD gospel em uma comunidade não pacificada. A cantora e pastora da Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, ministrou sobre a vida de todos. “Não importa o quão distante você já andou longe de Deus. Se você recebeu o caminho do evangelho, o caminho de volta é mais curto por causa da cruz”. A cantora ainda foi homenageada pela presidente da MK Music, Yvelise de Oliveira, com buquê de flores. “Tenho certeza que muitas pessoas serão abençoadas através desse DVD”.
Sempre abraçando causas defendendo ideais e levantando bandeiras sociais, Fernanda inseriu esse contexto como  uma das vertentes do projeto. Afinal, a faixa ‘Pavão pavãozinho’ faz parte do CD Glória.
No encerramento, a canção de Claudio Claro, ‘Videira’, empolgou a todos. Fernanda se despediu, mas todos pediram ‘mais um’, e ainda chamaram por Eyshila. Resultado: um dueto das amigas cantando ‘Espírito Santo’, composição de Eyshila. Mais um momento de emoção. Com certeza, o que aconteceu nesta noite em Vigário Geral, impactou quem assistiu, quem participou, ou até mesmo quem apenas ouviu as canções e ministrações de dentro de suas casas.
Fonte: Assessoria de Imprensa

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Pastor afirma que igrejas se tornaram supermercados


“Há diferença em pregar a palavra e sobre a palavra. O pregador não tem autoridade para criar a palavra. Ela é mensagem de Deus. Precisamos de uma nova reforma, voltar às escrituras.” Estas foram às primeiras palavras do reverendo Hernandes Dias Lopes (foto) durante sua palestra sobre Pregação Expositiva no 38º Congresso da Sepal, em Águas de Lindóia (SP).
Em uma platéia formada por pastores e líderes de todas as regiões do Brasil, o pastor presbiteriano citou que a Pregação Expositiva é a melhor forma para uma Igreja em crise. Segundo este modelo evita dois extemos: Corrige a Numerolatria e Numerofobia. “O pastor prágmatico não pergunte se é certo. Ele pergunta se dá certo. Muda-se a verdade em busca de resultados.”
Para ele a Igreja está se transformando em um supermercado. “Os bancos determinam o que o púlpito vai pregar. O evangelho não é um produto de marketing. Deus não quer fã, quer discipulos. O papel do pregador não é agradar o auditório. A verdade nem sempre é popular.”
Ele enumerou ainda as vantagens da Pregação Expositiva. “ Ela evita quatro perigos:Liberalismo Teológico, Sincretismo Religioso, Ortodoxia morta, Superfialidade“A maioria dos seminários estão recheados de professores com liberalismo teológico. As igrejas históricas se casaram com liberalismo teológico.” Ele encerrou com uma orientação: O sermão precsa criar uma ponte entre Deus e o Povo.Se quiser alimentar sua igreja estude.”
Fonte: Creio

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Homofobia não pode, mas preconceito religioso sim

O reconhecimento do casamento gay pelo STF (supremo Tribunal Federal) criou uma onda de manifestações de apoio na internet e discriminação. No microblog Twitter várias pessoas resolveram comemorar ridicularizando evangélicos, incluindo o Pastor Silas Malafaia.


O assunto ficou por algumas horas sendo um dos mais publicados do Twitter no Brasil, a tag  #uniaohomoafetiva, que assumiu a primeira posição deu lugar um tempo depois a ofensas como #todoscrentechora e #chupamalafaia, com ironias, palavrões e xingamentos.


O que mais se via eram palavrões direcionados ao líder da Igreja Vitória em Cristo, Pastor Silas Malafaia, por sua luta contra causas gays: “#crente fede #chupamalafaia safado”, afirmou uma usuária. “Ele vai pro céu da boca da onça, isso se a onça não for Homo, tbéemm! kkkkkkkk”.

Muitos cristãos e não cristãos reprovaram a criação e utilização das hashtags: “Sinceramente, acho injusta e preconceituosa a tag #todoscrentechora”, afirmou a jovem Suelen Gomes. “Antes crentes tinham preconceito contra homossexuais, agora é o contrário. #todoscrentechora is bullshit. Quem é preconceituoso agora?”, disse Micael Wandermurem. Nenhum deles afirma em seus perfis que são evangélicos ou se quer creem em Deus.

Para a twitteira Bia Nunes há preconceito nas palavras: “Falando em preconceitos, me explica porque #todoscrentechora foi parar nos TT’s (ranking de assuntos mais falados)? Tipo, homofobia não pode, mais questão religiosa pode zuar?” e completa: “Eu sou crente, tenho amigos gays, e não tenho preconceito nenhum, e ai? Não julguem todos por um grupo ;)”, concluiu.

STF não aprovou casamento homossexual

Vale lembrar que a decisão não se trata de aprovação do casamento homossexual, a proposta é um dispositivo legal que garante aos homossexuais seu reconhecimento como casal, mas não lhes da as mesmas garantias que os casados têm, como a permissão para adotar o sobrenome do companheiro. A união é tratada, basicamente, como um acordo comercial.

Os homossexuais, para serem reconhecidos em uma união estável, precisam cumprir os mesmo requisitos de casais heterossexuais, como convivência pública, duradoura e contínua. Para reconhecer a união, eles devem procurar um cartório e registrar a estabilidade da relação.

Com a decisão, 112 direitos que até então eram exclusivos aos casais formados por homem e mulher poderão ser estendidos aos casais homossexuais, como comunhão de bens, pensão alimentícia, pensão do INSS, planos de saúde e herança.

PLC 122

Aproveitando a polêmica, a PLC 122, lei anti-homofobia, acabou também se tornando um dos assuntos mais falados no twitter por alguns momentos. Simpatizantes da causa gay se mostraram mais confiantes na aprovação da lei no Senado.

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