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6 de mai de 2011

Evangélicos são ridicularizados no Twitter após reconhecimento da união gay


Após o reconhecimento da união gay pelo STF várias pessoas resolveram ridicularizar os evangélicos, principalmente, Silas Malafaia.

Após o reconhecimento da união gay pelo STF uma onda de manifestações de apoio tomou a internet e no Twitter a várias pessoas resolveram comemorar ridicularizando evangélicos, incluindo o PastorSilas Malafaia que fez campanha contra a decisão.
Foram criadas diversos hashtags (tópicos) para o assunto e #chupamalafaia (Chupa Malafaia) e #todoscrentechora (Todos CrenteChora) ficaram por algumas horas sendo os dois assuntos mais publicados do Twitter no Brasil respectivamente, superando até então a tag oficial sobre a união gay, #uniaohomoafetiva, que assumiu a primeira posição apenas algum tempo depois.
Tanto os tópicos #todoscrentechora e #chupamalafaia eram geralmente utilizadas por gays, ateus e simpatizantes da causa homoafetiva que veiculavam as hashtags junto a ironias, palavrões e xingamentos contra Deus.
“Foi se o tempo que religião era desculpa pra alguma coisa, só pra gente ignorante mesmo”, afirmou uma usuária, “Eu tô nessa campanha #todoscrentechora e #uniaohomoafetiva, mas eu não sou gay. Odeio Homofobia… Crentes se explodam”, afirma outro. “Se alguns deles pudessem nos queimariam vivo em fogueiras medievais, sendo assim: #uniaohomoafetiva #chupamalafaia #todoscrentechora”, acusou outro.
Já no tópico #chupamalafaia o que mais se via eram palavrões direcionados ao líder da Igreja Vitória em Cristo, Pastor Silas Malafaia, por sua luta contra causas gays: “#crente fede #chupamalafaia safado”, afirmou uma usuária. “Ele vai pro céu da boca da onça, isso se a onça não for Homo, tbéemm! kkkkkkkk #chupamalafaia”, disse outro. Já uma estudante de direito quer ir mais além: “Ter uma lei anti-igreja também. #ChupaMalafaia“.
Preconceito
Mas nem todas as mensagens eram críticas, muitos cristãos e não cristãos reprovaram a criação e utilização das hashtags: “Sinceramente, acho injusta e preconceituosa a tag #todoscrentechora”, afirmou a jovem Suelen Gomes. “Antes crentes tinham preconceito contra homossexuais, agora é o contrário. #todoscrentechora is bullshit. Quem é preconceituoso agora?”, disse Micael Wandermurem. Nenhum deles afirma em seus perfis que são evangélicos ou se quer creem em Deus.
Para a twitteira Bia Nunes há preconceito nas palavras: “Falando em preconceitos, me explica porque #todoscrentechora foi parar nos TT’s (ranking de assuntos mais falados)? Tipo, homofobia não pode, mais questão religiosa pode zuar?” e completa: “Eu sou crente, tenho amigos gays, e não tenho preconceito nenhum, e ai? Não julguem todos por um grupo ;)”, concluiu.
PLC 122
Aproveitando a polêmica, a PLC 122, lei anti-homofobia, acabou também se tornando um dos assuntos mais falados no twitter por alguns momentos. Simpatizantes da causa gay se mostraram mais confiantes na aprovação da lei no Senado.
Fonte: Folha Gospel

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Líder cristão afirma que o anticristo deve nascer nos Estados Unidos


Os Estados Unidos poderiam produzir o anticristo no século 21 através de uma mistura de ganância, poder, e problemas econômicos se a Igreja falhar em guiar as pessoas, disse um estudioso cristão internacional na segunda-feira.
“Se os americanos não se voltarem para a Bíblia como a autoridade cultural – tendo influência sobre o congresso, sobre as cortes, sobre as universidades – se isso não acontecer, então o anticristo no século 21 virá desde a América,” disse Vishal Mangalwadi, chamado de “o intelectual mais importante da índia cristã” pelo Christianity Today.
Ele manifestou este pensamento  em uma palestra para comemorar o 400º aniversário da Bíblia King James.
Mangalwadi, falando na Expo da Bíblia King James 2011 na Universidade George Washington, apontou que o anticristo do século 20 veio da Alemanha – a primeira nação protestante – na forma de Nazistas.
O filósofo cristão, autor e reformador social explicou ao The Christian Post depois da palestra que ele usa o termo anticristo diferentemente da maioria dos pastores e teólogos norte-americanos. Mangalwadi usa o termo anticristo como um espírito do mal que captura o poder político e econômico e se torna opressor e totalitário.
“O anticristo é uma invenção da escatologia norte-americana,” disse o estudioso nascido na índia que reside na Califórnia. “Eu estou usando a palavra anticristo exatamente como o Novo Testamento usa, o qual é diferente da maneira que a escatologia norte-americana usa, que é o anticristo.”
Fonte: Christian Post

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Revista aponta os “10 inimigos públicos dos gays” de 2011


Uma das mais conhecidas revistas gays do país divulga anualmente uma lista onde acusa  diversas personalidades de serem inimigos públicos do gays. O ranking é criado através da votação de 10 ativistas gays do Brasil. Nesse, assim como na última edição, a maioria dos listados são evangélicos.


Segundo a lista criada pela revista gay “Lado A“, o ranking consiste nas “10 pessoas que mais se destacaram na mídia por destratar homossexuais e por barrar ações que elevem a igualdade de direitos da comunidade gay, ou ainda, que agiram com homofobia em suas palavras ou ações”. A publicação também afirma que os listados são “responsáveis por disseminar o preconceito, a ignorância, e colaborar para que a violência e discriminação contra a comunidade homossexual se perpetue no país”. São seis evangélicos indicados: pastor Silas Malafaia, senador Magno Malta,
Parte do site da revista com os anunciados "inimigos"
deputado federal Eduardo Cunha, vereador Carlos Apolinário, deputado estadual Édino Fonseca e o blogueiro Júlio Severo.

Para a publicação “a quantidade de políticos evangélicos mostra claramente que o entrave dos direitos homossexuais nasce de uma fonte única: o discurso intolerante, muitas vezes apoiado por um livro sagrado para seus seguidores”, afirmou a revista que não quis dizer a palavra Bíblia.
Segundo a “Lado A”, o Pastor Silas Malafaia, que foi eleito o segundo maior inimigo público dos gays no Brasil (mantendo a posição de 2010), possui um discurso que “pode ser identificado em diversos outros homofóbicos, inclusive em criminosos que cometeram assassinato de homossexuais”. Já o Senador Magno Malta, que no ano passado foi eleito o inimigo público dos gays número um, ficou em quinto lugar devido a sua luta contra a PLC 122.
Já o deputado e radialista carioca Eduardo Cunha ficou em sexto lugar devido a seu projeto de lei contra a heterofobia e por ser crítico ao Kit Gay do MEC. O vereador paulista assembleiano Carlos Apolinário entrou na lista em sétimo lugar, entre outras coisas, por ser contra a distribuição de gel lubrificante na Parada Gay e por ter feito um projeto para que o evento seja retirado da Avenida Paulista, assim como a Marcha para Jesus foi, porém não teve sucesso.
O Pastor Edino Fonseca, deputado estadual pelo Rio de Janeiro, ficou em nono lugar entre os inimigos públicos dos gays por ter criado um projeto de lei, não aprovado, que visava auxiliar homossexuais que quisessem se tornar heterossexuais. Já Julio Severo, blogueiro evangélico e ativista pró-família, caiu cinco posições e foi listado em décimo lugar no ranking devido a suas idéias, publicações e crenças.
Em comparação com o ranking de 2010, deixaram de estar na lista os políticos ligados a Igreja Universal Walter Brito Neto e Marcelo Crivella, o Bispo Robson Rodovalho da Igreja Sara Nossa Terra e a psicóloga Rosângela Justino.
Veja o ranking dos maiores inimigos públicos dos gays 2011
Deputado Jair Bolsonaro
Pastor Silas Malafaia
Jonathan Laudo Rodrigues – jovem que agrediu homossexuais em São Paulo
Ministro Nelson Jobim
Senador Magno Malta
Deputado Federal Eduardo Cunha
Vereador Carlos Apolinário
Governador Beto Richa
Deputado Edino Fonseca
Blogueiro Júlio Severo
Fonte Gospel +

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SBT negocia venda de horários


Pelo visto o empresário Silvio Santos (foto) mudou de ideia quanto a venda de horários para igrejas cristãs. Ao contrario do que vinha anunciando, a possibilidade da venda de venda de horários para igrejas evangélicas está sendo estudada pelo SBT.
Se isso acontecer a denominação que vencer a possível concorrência vai ganhar quatro horas da faixa da madrugada, no horário da 1 às 5 da matina entrando no ar em toda a rede do SBT, até mesmo na cabeça de rede, em São Paulo.
Estão na disputa o Ministério do pastor Silas Malafaia, a Igreja Mundial do Poder de Deus (de Valdemiro Santiago) e a Igreja Internacional da Graça, do missionário RR Soares. A Universal do Reino de Deus corre por fora. O preço do espaço estaria na casa dos R$ 20 milhões mensais.
Vale lembrar que algumas afiliadas do SBT já estão locando as faixas de programação local para essas igrejas, entre elas, as praças da emissora em Salvador e Santa Catarina.
O SBT não confirma oficialmente a negociação.
Fonte: Correio do Estado

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Ordem dos Músicos do Brasil está proibida de agir em eventos religiosos

A Justiça proibiu a Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) de atrapalhar qualquer atividade musical religiosa em templos, igrejas e ambientes de natureza religiosa. A decisão foi da juíza federal substituta Veridiana Gracia Campos, da 1ª Vara Federal Cível de São Paulo.



Foi determinado que o Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil “deixe de praticar qualquer ato que impeça ou atrapalhe a realização de eventos musicais religiosos em templos, igrejas e ambientes de natureza religiosa”.

A decisão, que tem efeito em todo o território nacional, impede também que a OMB multe músicos membros das igrejas que não sejam inscritos na Ordem dos Músicos, e estabelece também uma multa de R$ 10 mil em caso de descumprimento, para cada prática irregular.

O MPF considerou ilegal a fiscalização exercida pela OMB em templos e igrejas de outros cultos ao analisar o Mandado de Segurança impetrado na Justiça Federal de São Paulo pela Igreja Pentecostal Deus é Amor contra o Conselho Regional da OMB no Estado de São Paulo.

Em junho de 2009, na Sede Mundial da referida Igreja, a banda que participava dos cultos foi surpreendida por uma fiscal da OMB, que impediu, mediante uma série de ameaças, que os músicos e a orquestra amadora executassem o repertório musical.

A Igreja dirigiu-se ao Conselho Regional da OMB em São Paulo e não foi autuada em virtude da apresentação, mas foi novamente ameaçada de que, caso insistisse na apresentação musical em suas instalações por músicos não credenciados perante a OMB, seria multada. A Igreja ainda foi incumbida de fiscalizar se os cantores e músicos estavam ou não associados na OMB. O mandado de segurança foi julgado procedente pela Justiça.

Diário Catarinense|Pátio Gospel Noticias

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