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22 de jul de 2011

Cuba reprime pastores para não abrirem igrejas


O governo cubano, que tem a sua frente o presidente Rául Castro, irmão de Fidel Castro, tem determinado a prisão de pastores que ainda não tenham as suas igrejas registradas no pais, com a intenção de fechar estas igrejas e pararem com a pregação.
 No último fim de semana três pastores foram detidos pelas autoridades cubanas. Dois deles são afiliados ao Movimento Apostólico uma rede de igrejas que tem enfrentado a interferência das autoridades e do governo cubano nos últimos anos.
De acordo com a Christian Solidarity Worldwide (CSW), agentes de segurança do Estado e funcionários do partido comunista levaram detidos os pastores Benito Rodríguez e Bárbara Guzman para interrogatório.
Eles foram levados para a Rua Palma Esquadra, em Camaguey, onde foram mantidos por duas horas. Eles alegam que as autoridades os interrogaram e tentaram persuadi-los a parar de realizar cultos domésticos em suas casas.
No mesmo dia o pastor Bernardo de Quesada Salomon também foi detido e para a CSW ele contou que o interrogatório tinha o mesmo teor: fazê-lo desistir de seu ministério pastoral.
O pastor Omar Gude Perez, líder do Movimento Apostólico, disse à CSW que a pressão sobre as redes de igrejas tem se intensificado. Ele está cumprindo pena de seis anos e meio sob liberdade condicional. Até a sua esposa foi alvo do governo. Kenia Denis foi impedida de deixar o país para participar de conferências religiosas em outros países.
O diretor jurídico da CSW se mostrou preocupado com os casos. “Estamos profundamente preocupados com as detenções arbitrárias e intimidação dos pastores. Pedimos ao governo cubano para cessar com a perseguição a esses homens e mulheres, e que dê o registros para essas igrejas, para que atuem livremente. ”
Fonte: Portas Abertas

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